As inspirações e os impactos positivos do trabalho voluntário

27 de agosto de 2018

Confira a terceira reportagem da série que traz as inspirações dos Embaixadores do Programa de Voluntariado da Fundação Telefônica Vivo. Eles são responsáveis por dar suporte aos líderes de comitês em todo o Brasil

Mais de 20 colaboradores do Programa de Voluntariado da Fundação Telefônica Vivo aparecem agrupados, usando camiseta púrpura e sorrindo para foto

Desde julho você acompanha reportagens que trazem histórias inspiradoras e atitudes do bem dos Embaixadores do Programa de Voluntariado promovido pela Fundação Telefônica Vivo. Realizado no Brasil desde 2005 com iniciativas como Dia dos Voluntários, Game do Bem e Vacaciones Solidárias, o Programa de Voluntariado é formado por comitês presentes em todos os Estados do Brasil, que organizam diversas atividades ao longo do ano.

Para um melhor fluxo, a governança do programa é dividida em níveis locais e regionais. Entre outras coisas, os Embaixadores são responsáveis pela gestão e acompanhamento dos comitês existentes dentro de suas regiões.

Conheça mais três Embaixadores e saiba o que eles ainda realizarão este ano.

 

Região Centro-Oeste

Maria Tereza, do Programa de Voluntariado da Fundação Telefônica Vivo, usa camiseta púrpura, tem o cabelo enrolado em um coque e sorriDesde que entrou no Grupo Telefônica, em 2012, Maria Tereza Henrique da Silva faz parte do Programa de Voluntariado. Um ano depois, já era líder do comitê e, em 2016, virou Embaixadora dos Estados de Goiás, Tocantins, Acre e Rondônia. Foi quando começou a nutrir um sonho para lá de especial: “Quero ir à Espanha mostrar o trabalho lindo que fazemos por aqui, já que somos referência para os demais países do grupo”.

Foi como voluntária que ela viveu a melhor e maior experiência de sua vida. Em 2016, ajudou a promover uma grande transformação em uma escola rural do Peru, como parte do time do Vacaciones Solidárias. “Era a minha primeira viagem fora do Brasil, num país cuja língua eu não dominava, com pessoas desconhecidas. Mas eu sabia que só precisava de passaporte e coração para embarcar no meu sonho. Ainda me emociono ao lembrar de cada momento que vivi ali com as crianças e com os amigos que fiz”, relembra.

A colaboradora vê o trabalho voluntário como um exercício diário de se tornar uma pessoa melhor e de trazer impacto positivo para a vida de alguém. “Como dizia Madre Teresa de Calcutá, não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz. Eu acredito muito nisso!”, conta Maria Tereza, que tem como meta ser inspiração para todos que estão ao seu redor.

Ela também acredita que transformar vidas é o mais motivador no programa, ver o brilho nos olhos das pessoas beneficiadas pelos projetos, além de fazer amigos por onde se passa. “É a realização pessoal de mais um projeto entregue, é o carinho, amor, satisfação de dever cumprido. É olhar para trás e ver que a Maria Tereza de 2012 já não é mais a mesma, pois percebo o quanto cresci profissionalmente, pessoalmente e espiritualmente. É saber que estou no caminho certo!”.

 

Região Sudeste

Zacarias, do Programa de Voluntariado da Fundação Telefônica Vivo, usa camiseta púrpura, tem cabelos grisalhos e sorri“Não posso simplesmente fechar os olhos e aceitar que ao meu lado existem pessoas com tantas necessidades sem saber que não faço um mínimo de esforço para melhorar isso”, define Zacarias Andrade de Jesus, explicando porque desde 2009 faz parte do Programa de Voluntariado. Em 2015, passou a integrar o comitê de voluntariado de São Paulo e este ano faz sua estreia como Embaixador, com o sonho de ver toda a companhia engajada. “Através da Fundação Telefônica ganhamos força para ajudar um grande número de pessoas, sejam beneficiários das instituições ou até mesmo, nós voluntários, porque saímos destas experiências transformados”.

No dia a dia, procura ser exemplo por onde passa, seja ajudando na manutenção de seu bairro, como um canal de escuta e empatia ou, ainda, utilizando formas sustentáveis de locomoção e reciclando o lixo em casa.

Em 2017, viveu seu momento mais marcante como voluntário, na Instituição Casa de Velhos Irmã Alice, em Guarulhos (SP). “Nesse projeto, nosso crescimento humano foi muito grande. Tivemos problemas, porém, através da empatia vencemos todos os obstáculos”, conta. Promover impacto positivo em cada pessoa é a maior motivação para Zacarias continuar se doando ao programa com afinco. “Quando estamos juntos, podemos realmente mudar a vida de muitas pessoas, além de sempre buscar o nosso melhor como ser humano”.

 

Região Norte

Alessandra, do Programa de Voluntariado da Fundação Telefônica Vivo, usa camiseta púrpura, tem cabelos claros e sorriMelhorar a sociedade, o meio ambiente e ajudar a ampliar as oportunidades para as pessoas são as coisas que mais inspiram a Alessandra Ewerton de Sousa a trabalhar com o Programa de Voluntariado. Há seis anos, ela é Embaixadora do Pará e Amapá e dá suporte aos comitês das cidades de Belém, Santarém, Marabá, Redenção e Macapá.

“Muito difícil escolher o momento mais marcante como voluntária. Para mim, todo ano é o ano”, afirma a paraense. No entanto, ela relembra com carinho da ação que o grupo fez na Escola Emaus, na periferia de Belém, há quatro anos no Dia dos Voluntários Telefônica. “O projeto era audacioso e as equipes se envolveram bastante. Fizemos uma sala multimídia, revitalizamos o refeitório e todas as salas de aula. Foi uma ação grande, com 100 colaboradores. Acho que foi a mais marcante de todas”

Como embaixadora, ela busca sempre incentivar todos a deixar um legado. “Nós buscamos sempre fazer ações que façam a diferença e que realmente ajudem na sustentabilidade das instituições nas quais atuamos. E gosto de saber que mesmo quando saímos de lá, deixamos impacto positivo na vida das pessoas”, diz.

Fique ligado, em breve teremos a última reportagem desta série de perfis para apresentar outros Embaixadores, figuras fundamentais para o sucesso do Programa de Voluntariado promovido pela Fundação Telefônica Vivo!



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